Mando áudio do trator no meio do serviço e ele anota. Me avisou da troca de óleo antes de eu lembrar.
Todo produtor sabe quanto gastou — mais ou menos, de cabeça, no fim do ano. O que falta não é vontade de anotar: é ter que parar o serviço, achar o caderno, ligar o computador.
Aí a nota fica no porta-luvas, o abastecimento não é anotado, e em março ninguém sabe quanto o Talhão 3 custou de verdade.
Anotar depois, quando lembrar — e quase nunca lembra.
Planilha que só abre no computador, longe da lavoura.
Nota fiscal acumulando no porta-luvas.
Descobrir o custo da safra só quando ela já acabou.
Contar na hora, em dez segundos, com a mão suja.
No WhatsApp que você já usa o dia inteiro.
Fotografou a nota, ele lê e pergunta só o que falta.
Perguntar a qualquer hora como está o talhão.
É o nome de quem está do outro lado. Pense nele como aquele funcionário antigo que conhece a fazenda inteira: não esquece o que você falou, não confunde talhão, e nunca grava nada sem antes te mostrar e perguntar “confirma?”.
Ele fala como gente. Não tem comando pra decorar, não tem menu, não tem número pra apertar. Se não entender, ele pergunta. Se errar, você corrige na mesma conversa e pronto.
Compra, uso e saldo de insumo. Depois é só perguntar quanto ainda tem de ureia.
Diesel por hora e aviso de manutenção. Conte o abastecimento com o horímetro que ele calcula sozinho.
O que vence, quando e pra quem. Insumo a prazo, parcela de máquina, oficina, luz — numa lista só.
Colheita, venda e custo por talhão. No fim da safra dá pra ver o que cada talhão custou e rendeu.
Errou? Fala que ele arruma. “Apagar” mostra o que você registrou, numerado, e você escolhe.
E quando quiser ver numa tela. Os mesmos números da conversa, organizados por safra.
Ele avisa da manutenção sem você pedir.
Sem menu e sem relatório pra montar.
Ele lê o papel e pergunta só o que falta.
Mando áudio do trator no meio do serviço e ele anota. Me avisou da troca de óleo antes de eu lembrar.
Qualquer coisa serve — “oi” já vale. É esse o seu cadastro.
Ele pergunta seu nome, o da fazenda, os talhões, suas máquinas e o que você já tem guardado. Leva uns minutos e é uma conversa, não um formulário. Pode pular o que não quiser responder agora.
A partir daí é só falar quando acontecer: comprou, usou, abasteceu, colheu, vendeu. Ele cuida do resto.
No plano anual são R$ 120,00 por mês — menos do que você recebe por uma saca de soja. E é o sistema inteiro, não um pedaço dele: todo mundo paga o mesmo e recebe tudo, sem plano capado, função escondida num degrau mais caro nem cobrança por talhão, por máquina ou por mensagem. A única diferença entre os três é de quanto em quanto tempo você paga — e quanto mais espaçado, mais barato fica o mês.
Cancela quando quiser, falando com o Seu Zé. Sem multa.
Começar com o MensalUma safra inteira pra testar, sem casar por um ano.
Começar com o SemestralMenos que uma saca de soja por mês. Paga uma vez e não pensa mais nisso o ano todo.
Começar com o AnualOs primeiros 30 dias são grátis — você usa o sistema inteiro por um mês e só escolhe o plano depois, se quiser continuar. Não precisa cadastrar cartão pra começar. Seus dados continuam seus, em qualquer plano: veja como cuidamos deles.
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